leia

Quais são as principais escolas da economia?

Por Alessandra Mello

Tem interesse por Ciências Econômicas, mas quer entender um pouco mais sobre o assunto antes de se matricular em curso de graduação? Uma ótima forma de conhecer melhor essa área é por meio das linhas de pensamento. Separamos, a seguir, algumas da principais escolas da economia para você entender um pouco mais sobre a profissão e sua importância para a sociedade.

Clássica

Os principais nomes dessa escola são Adam Smith e David Ricardo. A linha de pensamento é baseada no livre mercado. Isso significa que a economia funciona de forma mais eficiente quando a intervenção do governo é mínima e focada na proteção da propriedade privada. Defende também a abertura do mercado entre as nações.

Neoclássica

Os principais expoentes são Leon Walras, William Jevons, John Hicks, George Stigler e Alfred Marshall. É um desdobramento da escola clássica, que inclui novas ideias, como o estudo da oferta e da procura, levando em conta a racionalidade dos indivíduos durante suas escolhas. Essa escola também é chamada de ortodoxa e é ensinada como um ponto de partida para do estudo da economia.

Marxista

Karl Marx, o principal nome dessa escola, era um grande crítico da linha de pensamento neoclássica. Ele defendia a intervenção do estado na economia para diminuir as desigualdades sociais e combater a instabilidade do capitalismo. Para ele, era preciso deter todos os meios de produção e acabar com a propriedade privada para distribuir de forma mais uniforme os recursos entre a população.

Keynesiana

O nome da escola vem de John Maynard Keynes, considerado até hoje o economista mais influente da história. A escola foi desenvolvida nos anos de 1930, durante a Grande Depressão. Keynes não rejeitou todos os elementos da escola neoclássica, mas sentiu que novas ideias eram necessárias. Envolvido em uma grande crise econômica, ele defendeu que a intervenção do estado na economia era essencial para resolver o problema.

Monetarista

Essa escola surgiu como resposta ao domínio da linha de pensamento keynesiana no período pós-guerra, uma época de alta inflação. Os expoentes dessa escola, liderados por Milton Friedman, acreditavam que a intervenção do governo na economia era menos eficaz do que o sugerido. Os monetaristas propuseram ideias mais parecidas com as da escola clássica e defendiam o controle de emissão de moeda como forma de diminuir a inflação.

Austríaca

O ponto de partida dessa linha de pensamento é o austríaco Carl Menger, contemporâneo dos primeiros neoclássicos. Essa escola também criticava a intervenção do estado na economia e o controle de preços. Apesar de ser a favor do livre mercado, discordava de algumas ideias da escola clássica e defendia as liberdades individuais.

Aprofunde seu conhecimento

Além das escolas acima, existem outras linhas do pensamento econômico. Se você se interessa pelo assunto, talvez curta fazer uma graduação nessa área. Fazer uma faculdade de Ciências Econômicas é a porta de entrada para excelentes oportunidades no mercado de trabalho. Clique aqui para saber mais sobre o curso oferecido pela Católica EAD.

 

Tags: Economia

Receba os melhores conteúdos no seu e-mail!