Séries de investigação policial como CSI e Criminal Minds ajudaram a tornar as ciências forenses populares em todo o mundo. O que pouca gente sabe é que essa área do conhecimento existe desde o século 13. E mais: apesar de os programas televisivos serem mais focados no trabalho do departamento de criminalística, a química forense vai muito além de assassinatos e roubos.
A palavra Forense vem de um adjetivo em latim que significa "respeitante ao fórum judicial", ou seja, estamos falando do profissional que ajuda os tribunais na missão de fazer justiça. Tem curiosidade sobre essa área? Deseja seguir a carreira? Vamos te mostrar, a seguir, alguns fatos fascinantes sobre ciências forenses.
1 - Uma ciência da Idade Média
O primeiro livro sobre ciências forenses foi escrito por um Song Ci, um juiz chinês, ainda no século 13. Em sua obra, ele explica diversas regras, técnicas e métodos de análise criminal. Tudo isso com base na análise de casos reais na vila em que ele vivia.
2 - O poder de um fio de cabelo
O cabelo é um grande indicador forense de envenenamentos. Isso é possível porque um folículo capilar é composto por milhões de microfibras. Se uma substância venenosa estiver presente no sangue, ela será transferida para o fio, que é irrigado pela corrente sanguínea. Além disso, com apenas 1 cm de cabelo já é até possível extrair o DNA de uma pessoa.
3 - Insetos são testemunhas
A entomologia forense é a ciência que trata o uso de insetos e outros artrópodes em investigações criminais. Existem alguns bichinhos, como moscas e ácaros, que atacam o corpo humanos após sua morte. Ao estudar esses insetos necrófagos, é possível determinar quando e onde a morte aconteceu.
4 - Olfato canino
Não só os insetos podem ajudar nas investigações. Os cachorros são capazes de seguir rastros, identificar corpos em decomposição e substâncias como gasolina, mesmo que em quantidades muito pequenas.
5 - Autópsia digital
A autópsia é um procedimento necessário para determinar a causa da morte de uma pessoa. Mas ela pode ser traumática para os familiares, e há religiões e culturas que não permitem essa prática. A boa notícia é que esse problema já tem solução: a autópsia digital. Com a ajuda de um scanner, os cientistas forenses já podem mapear todos os órgãos, veias e ossos em 3D.
6 - Uma área diversa
Muita gente acha que é preciso ter uma graduação específica para trabalhar com ciências forenses. Mas a verdade é que a área tem espaço para profissionais formados em diversos cursos, como medicina, biomedicina, engenharia, química e muitas outras. Uma opção para quem deseja seguir essa carreira é fazer a pós-graduação em Análise Criminal.
No curso oferecido pela Católica EAD, é possível desenvolver habilidades de investigação a partir de um amplo conhecimento teórico, estatístico e tecnológico. Assim, o profissional especializado em criminalística se torna proficiente na resolução de problemas, na produção de conhecimento e na criação de propostas de ação.
Quer aprofundar seus conhecimentos na área de ciências forenses? Pensa em estudar e trabalhar com isso? Então, baixe o nosso ebook e descubra tudo sobre a carreira em análise criminal.


